Um artigo interessante sobre BDSM

30 janeiro, 2017 | Posted in Noticias, Sem categoria

25 fatos sobre o BDSM que você não vai aprender em “50 Tons De Cinza”Esqueça Cinquenta Tons de Cinza. Aqui está a sua cartilha real sobre todas as coisas pervertidas.
1. Para começo de conversa, aqui está o que BDSM realmente significa:

BDSM inclui bondage e disciplina (B e D), dominação e submissão (D e S), e sadismo e masoquismo (S e M). Os termos são agrupados dessa forma porque BDSM pode ser um monte de coisas diferentes para pessoas diferentes, com diferentes preferências, a escritora de BDSM e educadora Clarisse Thorn, autora de The S&M Feminist, diz ao BuzzFeed Life. Na maioria das vezes, os interesses de uma pessoa caem em uma ou duas dessas categorias, em vez de todas elas.
2. Isso nem sempre envolve sexo, mas pode.

A maioria das pessoas acha que o BDSM está sempre ligado ao sexo, e enquanto ele pode estar para algumas pessoas, outras traçam grandes diferenças entre os dois. “Ambos são experiências corporais que são muito intensas e sensuais, e causam muitos sentimentos fortíssimos em pessoas que os praticam, mas eles não são a mesma coisa”, diz Thorn. A metáfora que ela usa para isso: uma massagem. Às vezes uma massagem, embora seja sensual, é apenas uma massagem. Para outros, uma massagem quase sempre leva ao sexo. Acontece quase o mesmo com o BDSM; é uma questão de preferência pessoal e sexual.
3. Não há nada inerentemente errado ou doentio com as pessoas que o praticam.

Este é um dos equívocos mais comuns e frustrantes sobre o BDSM, diz Thorn. O BDSM não é algo que emerge de abuso ou violência doméstica, e se engajar nessa prática não quer dizer que você gosta de abuso ou de abusar.

Em vez disso, desfrutar do BDSM é apenas uma faceta da sexualidade e estilo de vida de alguém. “São apenas pessoas comuns que por acaso se extravasam dessa forma”, a especialista em sexo Gloria Brame, Ph.D., autora de Different Loving, diz ao BuzzFeed Life. “São os seus vizinhos e seus professores, e as pessoas ensacando suas compras. O maior mito é o de que você precisa deste conjunto especial de circunstâncias. São pessoas normais que têm uma necessidade de que isso seja sua dinâmica íntima”.
4. Saiba que você pode sempre dizer não.

“Muitas pessoas começando acham que é ‘tudo ou nada’, especialmente se você tiver passado um tempo com apenas um parceiro”, diz Thorn. Por exemplo, você pode pensar que, porque gostava de ser submisso em determinadas circunstâncias, você deve concordar com toda uma série de comportamentos submissos ou masoquistas que você não necessariamente gosta.

Mas isso está absolutamente errado. Você pode — e deve — escolher quais atividades BDSM você está, ou não, interessado, diz Thorn. E isso pode variar dependendo da situação, do parceiro ou mesmo do dia. Basta lembrar que o consentimento é uma exigência no BDSM, e é possível concordar com uma coisa enquanto ainda se opõe a outra.
5. Praticantes de BDSM são tão estáveis emocionalmente quanto as pessoas que preferem o sexo “papai e mamãe”.

“Na minha experiência, é mais fácil para as pessoas entrarem no BDSM se elas não têm um histórico de abuso e se estiverem em um lugar mais estável em suas vidas”, diz Thorn. Um estudo de 2008 no Journal of Sexual Medicine descobriu que havia uma grande possibilidade entre as pessoas que se engajaram ao BDSM no ano passado de não terem sido coagidas em uma atividade sexual e de serem menos infelizes ou ansiosas do que aquelas que não praticavam BDSM. E, na verdade, os homens que se envolveram em BDSM apresentaram menores resultados de aflição psicológica do que outros homens.

Dito isso, praticantes de BDSM não julgam as pessoas que não gostam, explica Thorn. O termo “papai e mamãe” não foi usado aqui de forma depreciativa, apenas refere-se a atos sexuais não BDSM ou pessoas que não estão interessadas em perversão.
6. 50 Tons de Cinza é considerado muito constrangedor na comunidade BDSM.

Se você alguma vez encontrar-se em uma reunião ou masmorra BDSM, não mencione qualquer tom de cinza. Enquanto algumas pessoas apreciam que os livros estimularam mais interesse nestas práticas e que podem ter tornado isso menos estigmatizado, outras criticam a relação doentia e abusiva que o livro retrata e as cenas surreais. Em suma, não é uma representação precisa da comunidade BDSM.
7. Não são chicotes e correntes o tempo todo — ou nunca, se você preferir

Claro, alguns entusiastas de S e M podem ter estes objetos em seu arsenal, mas definitivamente não é o tipo de coisa que todos gostam. “Algumas pessoas preferem o que é chamado de ‘dominação sensual’, que é onde podem haver alguns brinquedos ou jogos, mas nenhuma dor envolvida”, diz Brame. “É mais como um parceiro concordar em fazer tudo o que a outra pessoa pede. O BDSM não tem que seguir qualquer padrão, e não há um modelo ideal para um relacionamento BDSM.”
8. Encontros BDSM são chamados de “cenas”

Mais uma vez, como nem sempre é sobre a relação sexual, você não necessariamente diria que “teve relações sexuais” ou “transou” com alguém depois de uma experiência BDSM. Em vez disso, isso é chamado de cena (como se você tivesse encenado algo com alguém ou que você teve uma cena).

“Isso é uma evolução a partir do momento em que, se você fez S e M, você pode fazê-lo apenas com um profissional por uma hora, ou você pode apenas vê-lo sendo realizado em um clube de BDSM”, diz Brame. “Agora as pessoas têm relações muito mais orgânicas, mas elas ainda chamam isso de uma cena — o momento em que descobrimos os brinquedos ou entramos nesse espaço vazio”.
9. Há dominantes, submissos, superiores e inferiores

Então você provavelmente já ouviu falar sobre dominantes e submissos (se não, o dominante gosta de estar no comando, enquanto o submisso gosta de receber ordens). Mas os praticantes de BDSM também podem utilizar os termos “superiores” e “inferiores” para descreverem a si mesmos. Um superior poderia se referir a um dominante ou um sadista (alguém que gosta de infligir dor), enquanto um inferior pode se referir a um submisso ou um masoquista (alguém que gosta de receber a dor). Isso permite que você tenha um termo geral para aqueles que geralmente gostam de estar tanto dando quanto recebendo em um encontro BDSM. E não há nenhuma regra que diz que você não pode ser tanto dominante quanto submisso em circunstâncias diferentes ou com diferentes parceiros.
10. Pode ser tão simples ou tão técnico quanto você quiser.

Talvez o pensamento de ser amarrado te excita, ou você gosta de espancar ou ser espancado. Ou talvez você está mais interessado em máscaras de couro e grampos de mamilo e na cera quente. Tudo isso (e, obviamente, muito mais) está dentro do reino do BDSM. Basicamente, você ainda pode gostar disso tudo sem realmente nunca ter ido a uma masmorra.
11. Antes de você ir além do MUITO básico, faça sua pesquisa.

Usar uma venda ou um cubo de gelo, ou algemas felpudas que você conseguiu em uma festa de despedida, são todos comportamentos de iniciante relativamente inofensivos, se você gostar deles. Mas antes de você brincar por aí com algumas das ferramentas mais complicadas, você precisa aprender a fazê-lo com segurança. Mesmo uma corda ou um chicote pode ser perigoso se você não sabe o que está fazendo.

Você pode até mesmo atrapalhar-se com suas próprias mãos (pense: penetração com as mãos): “[Algumas pessoas] acham que podem firmar um punho e colocá-lo dentro de alguém”, diz Brame. “Essa é uma boa maneira de realmente ferir alguém e enviá-lo para o hospital” (em vez disso, ela sugere uma “enorme quantidade de lubrificante” e começar com dois ou três dedos e, em seguida, lenta e cuidadosamente colocar a mão toda).
12. Sério, BDSM envolve MUITA leitura e aprendizagem.

Se você é uma daquelas pessoas que joga fora todos os livros de instruções e tenta construir a sua estante apenas na intuição, o BDSM provavelmente não é para você. “Eu diria que a grande maioria do que chamamos de educação BDSM é como maximizar o ecstasy e minimizar os riscos”, diz Brame. “Como fazer todas as coisas com as quais você fantasiou e fazê-las com segurança”.

Apesar de não haver uma lista de leitura obrigatória, parece que existe algumas favoritas que muitas vezes são recomendadas para iniciantes, como SM 101, por Jay Wiseman, Screw the Roses, Send Me the Thorns, por Phillip Miller e Molly Devon, e The New Bottoming Book e ​​The New Bottoming Book, por Janet Hardy e Dossie Easton. [Nota do editor: Todos os livros são em inglês. Tem outros livros que você sugeriria? Por favor, adicione-os nos comentários!]

Aulas, conferências e encontros também são úteis para a aprendizagem de técnicas específicas, diz Thorn. Outro recurso popular é o FetLife.com, uma rede como o Facebook para a comunidade “pervertida” que pode conectar você com quadros de avisos, grupos e aula sem sua área.
13. É importante obter suas informações a partir de uma variedade de fontes.

Um erro que muitas pessoas cometem quando experimentam o BDSM pela primeira vez é contar com uma pessoa para mostrar-lhes o caminho. Mesmo que elas tenham as melhores intenções (e elas podem não ter), isso pode estar limitado a ter apenas uma perspectiva sobre algo que é multidimensional, diz Thorn. Em vez disso, busque livros, oficinas, encontros, guias, amigos, quadros de avisos e muito mais para encontrar um lugar seguro para explorar seus interesses.

“Quando você não pode falar sobre o que está acontecendo e você não pode ter noção de sua experiência outras pessoas que também gostam disso, isso se torna muito mais perigoso do que a variedade de coisas sobre BDSM com as quais você pode fantasiar”, diz Thorn.
14. Palavras de segurança são definitivamente importantes.

Pode parecer brega, mas é uma norma bem estabelecida no BDSM (e ei, sua palavra de segurança poderia realmente ser “brega” se você quiser. Você escolhe). “Palavras de segurança são, provavelmente, uma das normas mais importantes que se espalharam em toda a comunidade, mesmo que as pessoas as usem de maneiras diferentes”, diz Thorn. Por exemplo, nem todo mundo usa palavras de segurança o tempo todo depois de um tempo, mas é importante começar com elas. Elas podem, essencialmente, ser o que você quiser, desde que seja algo que você normalmente não diria durante o sexo. Você pode encontrar mais informação sobre as palavras de segurança aqui.
15. E em alguns eventos públicos, existem até mesmo monitores de segurança de plantão.

“Monitores de masmorra vão expulsar as pessoas que não estiverem praticando com segurança”, diz Brame. Isso pode ser qualquer coisa, desde ignorar palavras de segurança a usar um chicote de forma incorreta. Sério, mencionamos que a segurança é primordial aqui? Na verdade, a sigla SSC (seguro, são, consensual) é um dos pilares mais comuns da prática.
16. Não é tão espontâneo quanto os filmes de Hollywood ou pornô pressupõem que seja.
Ser levado pelo momento e tropeçar acidentalmente no quarto vermelho de um milionário (onde você vai ter orgasmos múltiplos) provavelmente não vai acontecer com você sempre. Mas isso não é necessariamente uma coisa ruim. “A fantasia sexual faz tudo parecer muito fácil”, diz Brame. “As pessoas que realmente fazem essas coisas são muito cautelosas sobre isso. Isso tem que ser no lugar certo e na hora certa e com o equipamento adequado. E você tem que saber que você pode retirar a pessoa [de qualquer servidão] se houver uma emergência. Você tem que sentir que pode confiar na pessoa. “Portanto, há muita coisa que entra em uma cena, mas isso não significa que seja menos gratificante para aqueles que gostam disso.
17. Há também, provavelmente, mais conversa envolvida do que há no (maioria) sexo “papai e mamãe”.

Sempre que as pessoas questionam o papel do consentimento no BDSM, elas devem considerar a enorme quantidade de comunicação que ocorre antes, durante e depois das cenas. “Falamos muito sobre isso antes de fazê-lo”, diz Brame. “Falamos sobre o que queremos fazer, o que vamos fazer, o que são as nossas fantasias… isso faz parte de negociar um bom relacionamento como um praticante de BDSM”.
18. Na verdade, existe um período de pré-negociação, em que os parceiros discutem o que eles gostam, o que não gostam e o que eles absolutamente não vão tolerar.

Pense nisso como a cartilha antes da cena. “É uma forma de discutir a experiência de antemão que pode aumentar a segurança emocional”, diz Thorn. Isso pode envolver qualquer coisa, de roteiros e listas de checagem, a uma discussão mais informal do que são as expectativas de cada pessoa para a cena, o que elas querem e não querem, e quaisquer palavras ou ações que estejam completamente além dos limites.
19. E depois vem os cuidados posteriores, o período da reunião de balanço que acontece assim que a cena termina.

Como o BDSM pode ser uma experiência extremamente intensa e emocional para alguns, a maioria dos especialistas sugere fortemente este passo de pós-cena, em que os parceiros possam discutir a cena e quaisquer reações que tiveram nela. “As pessoas são extremamente vulneráveis durante o pós-cena”, diz Thorn. “Pode ser realmente estranho ter uma cena sem isso”. Isso também pode ser uma forte experiência de ligação entre os parceiros.
20. Praticantes de BDSM podem ser monogâmicos, poligâmicos ou seja lá o que eles quiserem.

Nem todo mundo que está interessado em BDSM tem múltiplos parceiros sexuais ou de relacionamento. “Isso costumava ser uma percepção popular de que nós não formamos relacionamentos de longo prazo”, diz Brame. “Vários praticantes de BDSM são pessoas monogâmicas. Um monte de gente quer praticá-lo apenas com o seu parceiro ou brincar com os brinquedos grandes em clubes”.
21. Há muitos tipos diferentes de chicotes.

Esta não é uma perversão que é igual para todo mundo. Há chicotes leves, de couro, com caudas individuais, com várias caudas planas e largas, e a lista continua, diz Thorn. Mas como certos tipos podem ser mais duros do que outros, você realmente precisa aprender a usá-los corretamente (mais uma vez, as oficinas são cruciais). “As pessoas que praticam com um chicote de cauda individual, muitas vezes, começam com um travesseiro ou algum objeto pequeno distante, como um interruptor de luz”, diz ela.
22. E existem alguns lugares que você definitivamente não quer chicotear.

Como os olhos, obviamente. Ou a região dos rins. “A pele é fina lá e você tem órgãos vitais sob lá. Você pode machucar seus rins”, explica Brame.
23. Se você quer levar isso ao seu relacionamento atual, absolutamente o faça.

“Há muitas histórias por aí de pessoas que estavam muito nervosas em apresentar essa ideia em seu relacionamento e, em seguida, descobriram que seu parceiro tinha a mesma fantasia”, diz Thorn. Se você está nervoso sobre isso, pergunte se eles estariam interessados em verificar se um determinado livro ou oficina sobre a qual você ouviu falar. Ou apenas fale sobre isso no contexto de fantasias sexuais, perguntando ao seu parceiro se ele já experimentou algo parecido com BDSM ou se ele já quis. Se você pensar bem, está apenas arriscando uma conversa estranha, e a recompensa pode ser enorme se isso é algo que você quer em sua vida.
24. Há uma lista imensamente útil de profissionais cientes desta prática, então você pode encontrar um doutor ou terapeuta que compreende exclusivamente o seu estilo de vida.

Talvez você esteja preocupado que o seu ginecologista ou o seu advogado não entenderá seu estilo de vida ou não permitirá que você se sinta à vontade para falar sobre isso. Confira a Lista de Profissionais Cientes da Perversão da Coalizão Nacional para a Liberdade Sexual, para encontrar alguém que terá uma melhor aceitação.
25. Basicamente, isso é diferente do que a maioria das pessoas acha.

Entre os estereótipos, pornografia e 50 Tons de Cinza, há uma série de equívocos sobre o BDSM. Sem participar de uma oficina ou visitar uma dominatrix, a melhor maneira de aprender mais sobre isso é fazendo alguma pesquisa. “Assim como com o sexo normal, se você quer ser bom no que faz, você realmente tem que aprender sobre o que está se passando quando essas coisas estão acontecendo”, diz Brame.
Fonte: https://www.buzzfeed.com/caseygueren/25-fatos-sobre-o-bdsm-que-voco-nao-vai-aprender-em?utm_term=.euN6wzQjn&ref=mobile_share#.xwM6bA5qo 

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1º CONCURSO LEATHER BRASIL 

29 janeiro, 2017 | Posted in Noticias, Sem categoria

👇👇👇👇👇👇👇Queridos, tenho um grande amigo e irmão que tá participando do 1º LEATHER BRASIL. Para mim é muito importante a vitória dele, pois ele estando feliz e também estarei. Ele realmente merece ser o Mr Leather. Vamos votar no DOM BARBUDO. Menos de 10 segundos para votar. 

https://goo.gl/forms/m27230hSni1xT8hy1

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Colar Permanente do STUDIO BF

23 janeiro, 2017 | Posted in Fotos, Noticias

Ele sempre quis um colar meu, mas disse que só mandaria de fosse permanente. Passou 3 meses com um colar discreto e muito forte, pois é feito de cabo de aço. Meu símbolo sempre em seu peito o fazia lembrar sua situação de inferioridade perante minha pessoa. 


Após 3 meses, ela se torou. 👇👇

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Relato de uma sessão

16 janeiro, 2017 | Posted in Noticias, Sem categoria

Para quem gosta de relatos detalhados, segue um feito por um switcher de Belo Horizonte. 

Cheguei a Recife ja na alta madrugada.Já havia conversado muito com o Dom Luiz sobre meus fetiches. 

E foi por isso que eu procurei o Mestre Brenno…que brilhantemente me passou ao Dom Luiz primeiro antes dele! 
Conversei com o luiz alguns dias antes de combinar a vinda.

Eles duvidavam que eu viria, até o ultimo momento! 

Mas como um bom sub que sou, jamais deixaria DOMs me esperando.

Como disse, cheguei a Recife já eram altas horas. 

DOM Luiz me convidou para ir em um pub onde estava com um sub iniciante. Recusei seu convite em função do cansaço que ja me atacava insistentemente há alguns dias. 

O fato é que acordei no hotel e precisamente meio dia Dom Luiz combinou comigo no “studio” do mestre Brenno. Peguei um uber e fui até lá. Não vou mentir. O medo toma conta quando chegamos na porta. O medo que a vida inteiro vi estampado na cara de vários subs, dessa vez inundava minha mente e o resto do meu corpo. Certamente podia sentir que eu tinha todas as características dos subs que chegavam nas masmorras. Cara pálida, lábios frios, mãos trêmulas. Mal conseguia carregar minha pequena mala. Que era de rodinha e nem precisava ser carregada. Enquanto subia as escadas só um único pensamento vinha na minha cabeça: Você veio aqui porque quis! Com suas pernas, seu idiota! Nem tesão conseguia sentir! Porque o medo era maior. 

Cheguei na porta do estúdio, Luiz já me esperava. Tomei coragem e entrei. Logo no minihall de entrada do terror, dom luiz me espremeu na parece com as mãos no pescoço e disse: VC É MUITO OTÁRIO! Veio de longe pra sofrer aqui! O isolanento acústico aumenta bastante o pânico porque realmente, lá se pode gritar até o fim! Porque ninguém vai ouvir. 

Ao entrar, o cheiro dos equipamentos pendurados na parede da direita.

A humilhação psicológica é um ponto forte do dom Luiz. Deixei a mala e não teve muita conversa! Me pediu para tirar a roupa, fiquei apenas de cueca, me deu um avental..e vamos lá fazer o que um sub faz de melhor: arrumar masmorra. 

O avental é de um sub doméstico, com o símbolo do studio do mestre Brenno, comecei a arrumar toda a bagunça. Não era bem bagunça, mas havia resquícios das sessões que certamente havia acontecido anteriormente. 

Dei o meu melhor.

Confesso que se tivesse mais tempo, deixaria MUITO MELHOR! Gastei cerca de duas horas arrumando tudo. 

Ficou bom. Me dei uma nota 6. Poderia ter sido melhor. Nesse ponto dom luiz pegou leve! Cometi alguns erros básicos na arrumação. Não apanhei por isso. Eu certamente teria me batido! 

Logo q terminei toda a arrumação, Dom Luiz começou verdadeiramente um sampler de sua sessão. 

Tudo começou com algumas amarras vermelhas e bem confortáveis nos punhos, tornozelo e pescoço. Eram bem acochoadas e confortáveis. 

Ele me prendeu no X beench, e quem entende de spanking conhece. São duas madeiras em X com amarras nas pontas o sub fica preso nas pontas do X daí em diante começou as humilhações. Sou resistente a isso. Mas ele percebeu a minha resistência e mudou a tática. Me colocou na camisa de força. Eu senti um tesão que dá quando os “strips” ou tiras são passadas na virilha. Ele prendeu com bastante força. Não precisa nem dizer que é impossivel se soltar né?

Logo em seguida colocou a ballgag.

É uma mordaça de borracha, muito cuidadoso ele escolheu a vermelha pra combinar com o look. Eu pensei em fazer o sub indisciplinado e oferecer resistencia pra colocar. Mas diante de TANTOS equipamentos…dá medo fazer essas coisas! Isso só corrobora uma tese que tenho há ANOS! Em masmorras, os subs tem que ver os equipamentos expostos. Isso aumenta sensívelmente a submição. 

Apos a ballgag veio em seguida a máscara de gás (gasmask).

Muito bem vedada, diferente de varias que ja vi em sites. Tem que ter muita coragem e força de vontade pra permanecer dentro delas! Daí em diante começou o plano B do Luiz, ja que o plano A, que era hunilhação normal não havia dado certo. 

Ele colocou a venda sobre a máscara e sumiu por um tempo. 

Quando voltou, senti uma coisa fria na minha perna. Parecia álcool…e ele disse aos meus ouvidos:

Agora eu vou te anestesiar…e aí eu vou fazer com vc o q eu quiser…

O desespero tomou conta pesado! Não que eu não aceitaria isso, mas era a minha primeira vez ali…

A imaginação é uma arma poderosa na dominação e ele fez uso impecável dessa arma..comecei a mexer e gritar! Não faz isso! NÃO FAZ ISSO..e ele não parava. Parecia que a qualquer momento ia aplicar uma injeção e eu despediria do mundo. Fiquei MUITO PUTO…pq eu não o tinha objetivo de falar palavras de segurança aqui. Mas não teve jeito: AMARELO!!!!!! Gritei! AMARELO…ele tirou a venda..e me mostrou um simples papel com água ..a primeira coisa que vi..foi seu rosto, rindo da minha cara! Me mostrando que um simples papel com água e um clips puxando um pelo, na minha cabeça viraram.

Realmente a raiva de ter falado foi humilhante! Isso sim foi uma humilhação. 

A sessão continuou da mesma forma…máscara , breathing control. Eu sempre soube que na hora que o tesão aparece e o pau sobe, é a entrega para o DOM. Tenho muito controle disso e até então, não tinha ficado excitado…me segurava para não ficar. Sempre soube q um dos maiores desafios da sessão de um DOM é fazer o pau de um sub subir. NÃo foi fácil, mas eu me segurei! Mas o Dom Luiz mais uma vez, foi impecavel. Só falava TUDO q eu queria ouvir no meu ouvido e cutucando o meu pau. Eu tentava me prender dentro do meu mundo, juntando todos os cacos do meu castelo que ele havia desmoronado minutos atrás…e ignorava..e quanto mais eu conseguia..meu pau não subia. Aguentei assim bem uns 15 a 20 minutos…mas não teve jeito…a frase derradeira foi: eu vou te prender e vc pode gritar o quanto quiser…aqui não vai existir NADA que te tire. 

Ok! Perdi! Meu pau subiu NA HORA! 

Era tudo que ele mais queria! Dali pra frente…a camisa de força ja estava absurdamente desconfortável…e a ballgag ja começava a deixar minha mandíbula dormente…mas falar palavra de emergencia por equipamento? JAMAIS..o orgulho era grande demais pra isso…

Bom…uma vez que eu ja estava exitado..agora era concentrar e se prender no meu mundo pra não ter sequer chance de gozar!!!! Porque em todas as masmorras, gozar sem autorizacao do DOM gera NO MINIMO 30 spanking…ou entao uma inpalation ( tecnica de resistencia que o sub é colocado em suspensão e forçado a lugar contra a gravidade para não sentar em um plug) e isso sim seria definitivamente um castigo FODA..q eu tenho medo de sequer inaginar! 

Então..foco..força…para não gozar com um DOM de 1,94m..maior q eu q tenho 1,89…batendo punheta e falando todas as putarias possíveis e imaginaveis no meu ouvido..e eu preso em todos os acessórios q eu AMO mas que nunca havia pra valer colocado em mim. 

Cara…é difícil viu…COMO É DIFICIL! 

Mas me dou nota 8. Aguentei bem…

Posso ter sofrido..mas pelo q eu conheço a mão dele deve ter ficado dura nos quase 20 minutos seguidos que meu ego lutou contra o dele.

Mas pra nós iniciantes…lhes digo:

No final, o dom SEMPRE vence..por bem ou por mau..ele sempre vence…isso aqui no Brasil ou em qualquer lugar do mundo! 

O sub pode ser resistente..como eu fui…e isso só refina as habilidades dos doms…mas eles sempre vencem…

Lembro q eu só consegui gritar: PARA Q EU VOU GOZAR: 

Ele: aaah é? É? ( batendo mais depressa)…e aí mais um castelo se demoronou…

Foi BOOOM..muito BOOOM…mas não sabia se ria ou chorava! Principalmente porque eu TINHA CERTEZA desde SEMPRE q se eu gozasse ele ia continuar batendo e aí sim eu ia gritar ou até mesmo falar palavra de segurança de novo! 

Era previsível e isso eu ja sabia..

E dito e feito..ele continuou…tentei entrar no meu mundo..de novo..mas que mundo? Se ele ja tinha desmoronado ele duas vezes…e aí..eu falei PARA PARA…ele: fala a palavra…e eu e paro.

Pensava..não vou falar, não vou falar, não vou falar!!!!! VERMELHO VERMELHO VERMELHO…

A cor das amarras q eu estava usando! 😕😕😕😕😕

E CLARO..q era previsivel aquela voz q não era da Maiara e Maraísa dizendo: 

BONITO…QUE BONITOOOOOO….

Quem mandou gozar?
Dali em diante só haviam duas opções…

Ou mestre Luiz seguiria uma linha mais pesada..dessas que a sessão continua mesmo depois do sub ter gozado…ou ele dava uma pausa! Eu juro q eu imaginava q ele seguiria a segunda linha…como disse..geralmente os trabalhos “anais” começam após o primeiro gozo do sub…isso por um motivo obvio..o segundo vai ser mais difícil..e é nessario trabalhar outros G points…

Acontece q essa costuma ser o verdadeiro incio de uma sessão completa…e é uma das partes mais dificeis para os subs..continuar brincando..aturando dor… mesmo após gozar a primeira vez…

NOOSSAAA mas que isso é assim? Tem que aguentar!? 

Bom…ter ninguém é obrigado a nada..mas faz parte de um bom sub aguentar!!! Lembre-se..vc chegou no prazer..mas o DOM ainda não está NEM PERTO…e lembre-se…o prazer deve ser mútuo..mas o prazer do sub é servir..

Os SW são muito julgados por isso porque 90% deles não compreendem esse espírito! Ja os bons subs compreendem bem ! 

Eu havia chegado emocionalmente preparado para isso…mas por não me conhecer e etc..DOM Luiz seguiu o extremo oposto..me desamarrou..e daí em diante, começamos uma pausa! 

Nessa pausa..pudemos conversar melhor, trocar idéias sobre assuntos do bdsm! Isso foge ao comum de uma sessão padrão..mas na próxima, após ler esse relato, tenho certeza que não vou me dar bem como nessa. 

Até então não tinha conhecido o mestre Brenno. 

Na pausa, saí para almoçar, estava com fome…e aproveitei para ir no hotel…tomar um banho..porque ainda faltava conhecer o mestre brenno…e confesso que eu estava bastante ansioso porque vi todos os videos dele e VÁRIAS coisas me davam tesão nos seus vídeos.

A minha vontade ao vir para car foi ser puxado ao limite…e era isso q eu esperava. 

Todo sub sabe que em geral, as sessões nunca são iguais e em cada sessão…da pra ser explorado mais algumas práticas, menos outras…

A minha maior curiosidade era saber o q o mestre brenno exploraria…

Sabia que podia esperar:

Spanking

Electro

Analplay

Milking com machine

Vacbag…

Dogplay

Algumas eu gosto mais, outras menos..mas meu objetivo era me sair bem no que fosse proposto..fosse la o que fosse! 

Enfim..ele tem varios equipamentos interessantes e são infinitas as possibilidades de sessão em seu studio…isso é uma virtude das principais masmorras no mundo, o que faz do studio dele verdadeiramente um tesouro. 

Mas repito, de nada adianta ter os equipamentos sem o ambiente. O ambiente criado pelo DOM é tuuudo ! As tencibas também dizem muito..e por fim o feeling do DOM completa esse ciclo! 

A vontade interminavel do sub de servir, encerra esse ciclo..que faz do bdsm a pratica consensual mais prazeirosa do mundo.

Pois bem…antes de sair do studio para o hotel, fui agraciado com uma coleira do acervo do Mestre Brenno..q foi trancado! 

Nem em sonho dava pra “desistir” e não voltar lá…como embarcar no aeroporto e passar no detector de metal e dizer q nao tinha a chave?

Confesso q eu senti muito tesão usando ela!!! Me senti muito bem…

Após um descanso no hotel, um bom banho…convidei Dom Luiz e o Mestre para um jantar que foi bem legal. 

Embora isso fuja uma pouco do ritual tradicional de uma sessão, eu queria bastante conhecer o mestre brenno pessoalmente antes de qualquer coisa q pudesse ou não acontecer…digo isso porque eu ja conhecia as preferencias do mestre e sei q não estou bem dentro delas…

Foi ótimo conhecer o mestre pessoalmente! Fora de uma sessão inicialmente. Uma pessoa educada, fina, enfim..um ser humano muito bacana que, caso eu tenha oportunidade, terei o prazer de dividir ideias, projetos, enfim, servir a ele de outras formas. 

Nos despedimos e fui novamente com dom Luiz para o studio, enquanto ele foi uma festa num Pub.

Lá…ele foi bem direto! Armou a vacbag e mandou tirar a roupa. Confesso q na vacbed me dava um pouco de pânico…

A vacbag atende à varios fetiches ao mesmo tempo.

O cheiro do latex é inconfundível ! E ele dá muito tesão mesmo ! A imobilização é outro fator muito contribuinte para tornar a vacbed única! A pressão que ela faz é inimaginavel…a sensação é de que vc está sendo consumido pelo latex. O desespero é grande se por ventura a mangueira de respiração ameaça sair da posicão…o medo de dar alguna coisa errada e vc não conseguir respirar la dentro é ENORME…mas depois q se acostuma, a sensação é MUITO BOA…e a vontade que dá é de estar ali pra sempre…são várias combinações possiveis com a vacbed…e uma das q eu mais gosto  é estar preso nela com anal plug…

O anal plug é posicionado de forma que vai entrar no seu anus somente quando a bag for ligada..

De forma geral, foi bem legal a experiencia com a vacbed! Gostei bastante…usei a palavra de segurança duas vezes nessa prática ….

Até aí, tudo foi mais prazer do que de fato dor…

Até que entrei dentro do sleepbag que diga-se de passagem é bem legal também…e fiquei lá por uns 30 minutos…muitas coisas passam na cabeça…dentro daquele baú fechado, escuro,com a boca amordaçada e com um abafador de ruídos. O silêncio é sepulcral…o que leva o sub a várias reflexões. 

Apesar de tudo, é muito prazeroso…dormiria fácil ali !!! De verdade! 

Mas toda essa tranquilidade acabou quando dom Luiz pediu pra que eu saísse…me desamarrando e eu me levantei…

Novamente fui levado ao X bench e aí na minha cabeça só conseguia passar aquelas clássicas e pesadíssimas sessões de spanking que vemos nesses sites…

Fui amarrado com cordas, o que é bem desconfortável mas totalmente apropriado para a dor que viria…

A verdade é que o mestre brenno havia chegado com sua máscara de gás preta, aquela clássica e tradicional dos videos em que ele participa..

Ele tirou a minha venda e fez questão que eu visse que era ele no comando agora…

Como nos vídeos, algumas músicas eletronicas que eu nunca havia ouvido foram colocadas de trilha sonora e a iluminação foi diminuida, com o tom vermelho. 

Naquele momento a única coisa q eu conseguia sentir era medo…medo da comparação entre o meu orgulho e a minha dor, que seriam colocados a prova naquele momento…o que é maior? O meu orgulho de dizer a palavra de segurança para o mestre pioneiro no Brasil, ou a minha resistência à dor de sub que jamais havia colocado em prática. 

Os DOMs comentam mais os subs que resistem mais ao spanking! 

O que mais me admirava nesses subs que são resistentes era a força de vontade deles em aguentar de tudo….de tudo mesmo..e se despirem até mesmo de sua dignidade por desejar o DOM. E isso naquele momento falou muito alto dentro de mim ! Era mais de 5 meses assistindo aos vides do mestre, acompanhando seu trabalho e sua dedicação…meses tentando driblar o meu trabalho e conseguir uma visita..ali não estava pendurado só o meu corpo..estava pendurado o respeito, a admiração pelo mestre e isso tinha de ser honrado…e foi pensando nisso tudo..q o barulho dos chicotes estalando ao vento não me assustava! 

Chegara a hora de reconstruir todos os castelos que o dom luiz desmoronou a tarde para aguentar aquele resto de noite..entrar dentro do meu mundo novamente, pensar coisas boas..para suportar aquilo! Eu sabia que ele não seria piedoso! Eu havia pedido pra ele não ser! 

Ele iniciou com o que conhecemos como “fascircle” com os “strip padles”…

É um chicote com várias tiras de couro ..que ele segurou um em cada mão e começou a girar em circulos e foi se aproximando das minhas costas..eu podia sentir o vento passando depressa enquanto ele se aproximava! Quanto mais assustador parecia mais eu entrava no meu mundo para tentar ignorar a dor que viria até que os chicotes começaram a bater nas minhas costas. 

Inicialmente consegui ignorar a dor..até que minhas costas começaram a esquentar do rápido atrito do couro com a pele…eu tinha certeza q ia ficar marcado…mas tudo bem…

Na minha cabeça contava todas mas permanecia em silencio…

Com essa modalidade foram 40 rápidas chibatadas alternadas em circulo. 

Essas não doeram muito..e foram alternadas entre minhas costas e a bunda. 

Perdi momentaneamente parte da sensibilidade nas costas em função dessas chibatadas que inauguraram as que vieram depois…

Após 10 batidas consecutivas com a mão na minha bunda..chegaram os próxinos chicotes que infelizmente eu não consegui identificar em função da dor que eu ja sentia aquele ponto ! 

Sei que as chibatadas foram bem dadas..e aí os gritos começaram a sair espontaneamente…enquanto não os gritos não saíam..eu sentia que o mestre aumentava o nível!!! 

Daí em diante o mestre me pediu para contar as batidas..eu ja estava muito próximo ao meu limite..não sei dizer se ele foi tão alto igual eu queria..mas daí o mestre pediu mais três e que eu contasse! 

Não consigo palavras pra descrever o quanto essas chibatadas doeram! 

Não cheguei a dizer as palavras de segurança..mas tenho certeza q meus gritos disseram ao mestre q o limite ja estava próximo…

Dali fui arrastado pela coleira para a cama do mestre..com muita dor…

Chegando la, tive pés e mãos presos por um body retain..desses q é o sonho de todo sub que ve videos de bdsm..idêntico aos de hospício e hospital mesmo ! 

E dali começaria uma sessão bem legal de electro..que eu ja conto! 

Já deitado, imobilizado começou a sessão de electro do mestre…confesso que é bem legal…menos dolorido que spanking..mas igualmente desesperador! Hehehe

O fator surpresa é a duvida que paira: onde ele vai encostar o “blue storm”,como é conhecido la fora?

Trata-se de um eletrodo que no escuro fica de cor azul e quando aproximado à pele solta um raio pequeno, também de cor azul que se descarrega na pele. A sensação é de choque. Não é muito forte…mas o fator surpresa contribui para a cosquinha se misturar com uma suave dor..

Logo após, o mestre colocou outro equipamento para funcionar de forma q ele energiza o corpo do sub e onde quer que qualquer metal encoste, acontece um choque de média para forte intensidade.

Até essa parte, mais uma vez eu tentava estar preso à meu mundo tentando não ficar excitado. Afinal..eu tinha certeza que como bom Dom que é…o mestre brenno jamais deixaria eu gozar em suas mãos. Eu tinha certeza que ele me faria de objeto, usaria..traria dor..e apenas isso..e estava conformado desde o inicio! 

Se o sub é amante do fetish ou do prazer..e no meu caso, ele acertou em cheio porque sou amante do bdsm..

Não necessariamente tem que gozar..se matar de prazer…só o gostinho de participar ja é incrível 😎 

Mas o mestre insistiu até que consegiu que eu ficasse excitado! E me levou quase até gozar! Mas como eu havia esperado…não ia acontecer o gran finale. 

Foi espetacularmente sensacional ! 

Mestre breno, como um bom Dom, saiu à franscesa…calado, sorrateiro como uma onça.

Dom luiz assumiu dali para frente e me permitiu gozar com qualquer acessorio q eu quisesse…

Mas eu não quis. Preferi ficar na vontade que o mestre propositalmente deixou. 

E fui embora dormir…com as costas ardendo e ardendo estão até agora! 

Muitas lições ficaram sobre tudo o que aconteceu. 

Vários pensamentos. Dentre os varios pensamentos, estão a certeza de querer voltar..pode ser que o mestre Brenno me queria apenas como amigo…e se essa for a vontade dele (afinal todos sabemos que ele não prefere os swichers)…assim será.

E assim me despeço de Recife. Com carinho, ótimas memórias para guardar e levar em minha bagagem repleta de momentos super legais! 

Mestre Brenno, o prazer é enorme e fico muito feliz de verdade com a recepção e as portas abertas que deixou! 

Ao DOM Luiz, minha gratidão e a certeza de que voltarei a me submeter a ele! 

Forte abraço a todos! 🤤🤤🤤

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Mestre Guto Lemos tira dúvidas sobre BDSM

11 janeiro, 2017 | Posted in Noticias, Sem categoria

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Mestre  Guto Lemos tira dúvida sobre BDSM, em um post bastante esclarecedor e de fácil aprendizado. Trata-se de leitura obrigatória para aqueles que estão iniciando nesse fetiche.

 

” limites e fetiches – grandes diferenças
January 10, 2017
Tenho visto com frequência pessoas na cena que se autodenominam submissos ou escravos mas na verdade estão mais para feticheiros/ praticantes. Um verdadeiro submisso tem como foco do prazer a situação da submissão e servir ao dominador em sessão. Obviamente os limites do submisso devem serem colocados e conhecidos por ambos os lados, assim como a palavra de segurança. Preferências são também importantes, mas aí que mora o problema, vários “escravos” QUEREM em sua sessão somente o que PREFEREM pra não dizer o que EXIGEM.

Mas percebo que os ditos “submissos” estão confundindo limites ( ou seja, práticas que por diversos motivos não topam fazer) pelos fetiches que querem (exigem?) ter realizados. Parecem clientes em um restaurante escolhendo os pratos e ainda dizendo ( acho que prefiro o item 3 sem cebola, o item 7 com molho extra e poderia trocar o sorvete de baunilha da sobremesa por abacaxi?). Bem acho que não preciso ir muito longe pra dizer que isso não é submissão. O foco é o fetiche, a submissão está sim num segundo plano.

Alguns lendo esse post podem se perguntar, ok, e daí? Daí que pelo menos o Dom precisa saber o que está acontecendo naquela cena, qual a nota principal da sessão.

Mas como ensinou Rita Lee, se o importante é gozar no final e ambos estão curtindo vale sim uma troca mútua e saudável de fetiches. Ainda mais em nosso país em que quase qq regra amolece no sol quente dos trópicos.

Só que nao vamos chamar o feticheiro de submisso, muito menos de escravo né? Vamos dar nome aos bois, assim quem sabe a gente perceba mais facilmente o que realmente está acontecendo. Qual o nome que eu sugiro no lugar então? Conversando sobre isso com meu amigo Mestre Brenno Furrier, gosto de um termo mais neutro que é chama-los de praticantes de BDSM.

Transcrevo abaixo a opinão do Mestre Brenno Furrier, que acho que acrescenta muito a discussão aqui:
” Achei excelente o debate de hoje, colocando opiniões gerais e pessoais.

Minha visão é muito parecida com a do meu amigo Mestre Guto Lemos, e acrescento que o BDSM é belo pq é largo.

Digo largo, pois aceita várias vertentes, vários “personagens”.

A submissão pessoal e psicológica que foi falada, para mim, é requisito exclusivo da DS (dominação e submissão) sem a ela, não existe a DS.

Mas não é o fato de a pessoa não ser submisso que não o torna praticante de BDSM, pois pode haver desejo por B de bondage, restrição ou M de masoquista, aquele que curta dor.

Esses praticantes na qualidade passiva, não são obrigatoriamente submissos. Submissão é um estado mental psicológico da pessoa, e não determinadas atividades ou atitudes que levam a pessoa a ser classificada como sub

. Muito complicado nomear os outros participantes que não são submissos, alguns chamam de slaves, escravos ou outros termos.

Pode um participante fazer sessões de humilhação, comer em tigelas e não ser um submisso, pois isso, como eu disse, é psicológico, é do coração.

Como também, pode um dominador ser amarrado, ou espancado, pois isso não o fará submisso ou slave, pois dominador é um estado de espírito, uma característica da pessoa.

Assim eu penso, lógico que haverá pessoas que pensam diferente.

Bjus

Brenno Furrier

fonte: http://www.mestregutolemos.com.br/single-post/2017/01/10/limites-e-fetiches—grandes-diferenças

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Primeiro dia do ano 2017

2 janeiro, 2017 | Posted in Fotos, Noticias

Começar o ano bem, duas sessões. O sub Flex mostrando o pq de seu apelido. Flexível demais.

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