Enganei o sub hehehehehe

26 outubro, 2015 | Posted in Fotos, Noticias

Estava em São Paulo, e recebi um formulário de um sub bem lindinho e que gostava de castidade.

E em nossas conversas descobri que ele tinha um dispositivo de castidade de metal. Um de seus fetiches era ter de usar o dispositivo por muito tempo. Como sou um realizador de sonhos …… hehehehehe

Ordenei que ele fosse ao meu Hotel usando ele, e assim foi feito. Isso foi algumas horas antes de eu voltar a Recife.

Quando ele chegou, ordenei que tirasse a roupa e me desse as chaves de seu cadeado. Tirei o dispositivo dele e fizemos a sessão bem rápida pelo horário de meu voo.

Quando acabei, não deixei ele ver, mas na hora de colocar o dispositivo novamente, coloquei um outro cadeado que ele não tinha a chave. tranquei e o vesti novamente.

Entreguei as chaves dele (que não abriam meu cadeado) e ele foi embora. Peguei minhas malas, um taxi e embarquei pra Recife. Quando desci do avião tinha muitas chamadas e mensagens no meu celular, dele dizendo que a chave não abria.

Eu disse: não era seu desejo? assim será.

Deixei a chave correta com meu amigo Guto, e só disse a ele depois de alguns dias.

Resumo: cuidado com o que pede ao Mestre Brenno Furrier

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Nova Logomarca

22 outubro, 2015 | Posted in Fotos, Noticias

Ganhei de presente uma nova logomarca, de um rapaz submisso muito interessado no BDSM. Não o conheço pessoalmente, mas fiquei impressionado a disposição dele em ajudar esse mestre aqui.

Dei trabalho para definir a LOGO, pois ela tem de expressar sentido e sentimento.

Cada detalhe foi pensado, como as cores, fogo e água, simbolo do BDSM, e o metal mostrado dentro das fontes da letras BF.

A água e o fogo, como elementos antagônicos (popularmente falando), retrata meu modo de agir, pensar e conduzir minha vida. Uma hora sou light, outra hard. Uma hora sou um simples trabalhador, outra um Dominador. Duas personalidades em um único corpo.

Obrigado Zelluk Leather (facebook) pelo trabalho.

Em todos os novos vídeos ou fotos usarei a nova LOGO.

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Brenno Furrier

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BDSMcamp Brasil – Uniformes dos prisioneiros

21 outubro, 2015 | Posted in Fotos, Noticias

Eita que esse evento vai ser bom, tudo tá sendo pensado nos mínimos detalhes.

Os uniformes já estão prontos, e vão servir para identificar os prisioneiros por números e para padronizar os participantes. Separando os Mestres dos Subs.

Lindo demais.

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Novo SUB Aisteoir

20 outubro, 2015 | Posted in Fotos

Há muito tempo quero dominar esse sub, mas quando ele entrava em contato eu sempre estava ocupado.

Da mesma cidade, bonito e disposto. Tem tudo para ser um ator fixo aqui do BF Studio.

Adora Ballbusting e brincadeiras no peito. Olhem onde eu foquei a brincadeira nele.

Resultado: Gozou litros sem tocar no pinto. hehehehe

Gente boa e divertido, quero ele mais vezes.

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Finalmente o BDSMcamp Brasil

14 outubro, 2015 | Posted in Noticias

Apenas 12 vagas para o MELHOR fim de semana fetichista do Brasil. Vai ser fantástico. 1° BDSMcamp Brasil. Equipe formada (só os tops). Informações no site. http://bdsmcampbrasil.wix.com/bdsmcampbrasil

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Gamal ganha novo colar

3 outubro, 2015 | Posted in Fotos

O meu Gamal Sol recebeu uma nova coleira, linda demais. Peso: uns 5 kg

Vocês que acompanham meu site, devem notar que prezo muito pela qualidade de meus equipamentos. Esse colar eu sempre desejei, pois para mim é o melhor na categoria de coleiras pesadas.

Na festa de Berlim, pude comprar ele e um outro também muito pesado. Depois mostro as fotos.

O uso prolongado é complicado pois o mesmo é muito pesado. Serve para deixar o sub em constante lembrança de sua condição. Além de servir de punição quando usado por longos períodos.

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Portas do Studio

3 outubro, 2015 | Posted in Fotos, Noticias

Totalmente a prova de som, essas  duas portas são a segurança,  o conforto, e o designer  da entrada do estúdio. As duas são antagônicas, uma sóbria e a outra pinchada. A pintada de preto, tem o símbolo do BDSM em metal cromado, o arco BDSM que serve para suspensão em Shibari. A outra, pinchada e bem louca.  A água e o fogo, o clássico e o moderno. A liturgia e o foda-se tradição. Assim também sou eu.

 

 

 

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BootCAMP – Alemanha 2015 – PRISON CAMP BDSMCAMP BRASIL

1 outubro, 2015 | Posted in Fotos, Noticias, Vídeos

BOOTCAMP – ALEMANHA

 

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Se não tiver tempo de ler todo o post, é melhor deixar para depois, pois ele prenderá sua atenção até o final. Hehehehe

 

Realidade ou ficção?

Sonho ou pesadelo?
Cada um tire sua conclusão ao acabar de ler o texto.

Tudo ou nada. Ou o que eu escrevi é 100% verdade, ou 100% ficção. Não há meios-termos, parte verdade ou parte mentira. Ou o texto todo ocorreu, ou foi uma ficção que escrevi para aumentar o acesso ao site.

Irei escrever em alguns momentos no tempo passado, e alguns no presente. Não liguem para esse aspecto. Explico depois.

Tenho certeza que alguns vão pensar que esse lugar é o céu, e outros pensarão que é o inferno.

Essa foi a minha visão, outros participantes podem ter tido outras, de acordo da experiência pessoal ou pelo que passou.

Não se trata de mestre e submisso, de BDSM, e sim de treinamento militar. Mas que os métodos podem ser confundidos, ou utilizados.

 

INICIO

Estava em Berlim devido a Folsom Fair, que ocorreu dia 12 de setembro, e após a festa fiquei fazendo minhas dominações e descansando um pouco. Não queria saber notícias de nada do Brasil, ou pessoas que me estressam. Tava tudo bem tranquilo.

O meu amigo Guto já havia voltado ao Brasil e eu fiquei com o Luis aqui em Berlim.

Cidade frenética, não há pausa pra nada, o app Recon bombando, bares legais e festas perfeitas, mas…

Mas um convite tirou meu sono e tranquilidade.

Cheguei a colocar essa mensagem no facebook  “Gente, tou nervoso pra caralho. Pois vou participar do meu primeiro BootCamp. Antes era chamado de PrisonCamp. Um final de semana, de sexta à segunda, de treinamento. Há três tipos de participantes: os professores, os recrutas e os prisioneiros. Lá as funções serão definidas. Um manda (professor), outro manda e obedece (recruta), e o prisioneiro obedece geral. Fica numa antiga prisão, fora de Berlim. Um dos organizadores tá passando aqui, em duas horas, para nos pegar, eu e Luis . Coração saindo pela boca. Quando eu voltar, conto os detalhes. ‪#‎partiu_treinamentoMilitar‬”

Quando você faz aquilo que é acostumado, por exemplo dominar privado ou em público, não mexe com a pessoa, mas participar de um BootCamp mexeu comigo.

Me senti como nas primeiras sessões de BDSM, inseguro e com medo do que haveria lá nesse Camp.

Muito disso se deveu a uma pesquisa que fiz sobre o evento. Lugar não revelado, afastado de qualquer cidade, no meio de uma floresta, responsáveis não identificados, sem facebook ou telefone . Apenas um e-mail para contato.

Como bom brasileiro, sou muito desconfiado de golpes ou armadilhas perigosas, pois assistimos constantemente pessoas morrendo decorrentes de assaltos e sequestros.

Luis tava muito animado com o evento, mas ele é assim, não tem medo e não ver malícia em ninguém.

Nunca fui ligado a disciplina militar, apenas a de Mestre e submisso, e a disciplina para os militares é algo muito rígido.

Outro aspecto que me deixou nervoso, era o antigo nome do evento, PRISONCAMP. E quem organiza são antigos militares da força Alemã. O negócio estava ficando sério mesmo.

Consegui alguns poucos textos sobre o evento, todos em alemão, vi que há três categorias de participantes: os oficiais (professores), recrutas (alunos) e os prisioneiros (cobaias).

Depois dos textos, passei alguns dias nervoso e sem dormir legal, e quanto mais chegava perto da data, mais a ansiedade tomava conta de mim.

Tenho muito receio do novo, sempre fui assim. Prefiro minha rotina ao novo. Sou assim mesmo.

CHEGOU O DIA

Sexta-feira, 18 de setembro de 2015, um participante do evento vinha nos pegar em casa, tratava-se de um moicano dinamarquês que mumificou o Luis na Folsom e que também iria participar. Chegou antes das 18 horas.

No carro, nenhuma palavra foi dita, silêncio total. Isso tava comendo meu juízo. E na minha cabeça só passava o filme Albergue, onde turistas iam para um albergue e eram torturados e mortos por loucos maníacos.

Mandei algumas mensagens para um amigo meu de Recife, dizendo que se eu não voltasse na segunda chamasse a policia e a embaixada brasileira. Ele pediu para eu mandar a localização do local assim que chegasse pelo whatsapp, e tentou me acalmar diversas vezes. Pensei diversas vezes em descer do carro e arrancar luis de lá também.

A viagem durou mais de 1:30h, e saímos da via expressa e fomos por estradas pequenas e sem iluminação. Já estava escuro, e o farol do carro só mostrava floresta de um lado e do outro. Ninguém na pista e nenhuma casa pelo caminho.

Depois de sairmos da pista, passarmos no meio de arvores, chegamos ao portão principal. Detalhes: dois homens com roupas militares no portão com arame farpado, e armados com armas longas, parecendo fuzil. Minha mente: perdeu playboy!!!

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Fui mandar mensagem com a localização para meu amigo, sem sinal. Fudeu geral. Descobri que há bloqueador de sinais lá. Nada de comunicação com o mundo, muito afastado de Berlim e isolado de qualquer civilização.

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Era um prédio antigo, velho mesmo, mal conservado e com várias janelas. E vários carros estacionados na frente.

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Antes de entrar no prédio, ainda na escada, fomos recepcionados por um grupo de militares que só falavam em alemão. Não entendia nada que eles diziam, apenas a palavra brasileiro. Eu olhava para Luis, e ele olhava para mim, mas não falávamos nada, apenas nossos olhos se comunicavam.

O tamanho do local é impressionante, todo cercado por muros e cercas.

Entramos no prédio de 3 andares, nos dois primeiros vimos oficinas e grades de celas. Todas as portas tem grades.

No último andar, protegendo a escada de acesso, tem uma grade enorme com ferros grossos.

Antes de abrirem a grade, os militares pararam e fizeram uma pequena reunião conosco. Falaram muito, entendi quase nada. Dos participantes, 3 não falavam alemão, o dinamarquês, o Luis e eu. E em relação ao inglês, mesma coisa. Entendo um pouco, o Luis um pouco a menos, e o dinamarquês porra nenhuma.

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Com nossos formulários de inscrição na mão, o que eles disseram que eu pude entender, foi que apesar de nossa vontade de ser oficial professor, era a primeira vez nossa lá. E que não sabíamos falar alemão e o inglês era fraco.

Eu pensei que o dinamarquês já tivesse ido, mas era a primeira vez dele também. Por essa razão não poderíamos ser recruta, e muito menos oficiais. Fudeuuu geral.

Nossa esperança (a minha pelo menos)  era o dinamarquês desistir e voltarmos pra Berlim, mas ele aceitou ficar no camp. Olhei para Luis e pra ele tava tudo certo, tava até rindo (pense num cara que topa tudo e sem frescuras, tá tudo sempre bom, admiro muito ele).

Então vamos lá, let’s go. Quem tá na chuva é pra se molhar, pensei.

Abriram a grade e entramos. Fecharam a grade, aquela zoada de filme. Puta que pariu, era uma prisão. Corredor longo, com várias portas de metal. E em três dessas portas, tem 4 celas dentro em cada uma. Todas as 12 celas, com grades também.

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Cada cela tem um beliche e uma pequena cadeira e mesa.

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Logo depois mostraram a solitária, e devem ter dito que era para os que não obedecem. Lá dentro, correntes na parede e um local muito escuro.

Duas outras portas, escondia a sala de torturas e a sala de isolamento ( duas jaulas humanas, uma sobre a outra, e um grilhão preso na parede)

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Uma outra, era o banheiro coletivo, sem portas internas e com uma coleira preso ao teto. (Não precisou ninguém explicar para que era aquela coleira).

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O alojamento dos oficiais era do lado de fora da grade de entrada, e dos recrutas era dentro, mas não tinham grades.

Após a apresentação do local, nós ( 8 prisioneiros e 5 recrutas), fomos colocados na celas ( os prisioneiros) e alojamentos (recrutas). Dos prisioneiros mandaram entregar os celulares e mandaram vestir o uniforme laranja típico de presídios.

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Eu sempre tive dois celulares, entreguei um e fiquei com o outro, na esperança de poder mandar mensagem caso conseguisse sinal ou algo sério estivesse ocorrendo.

Prenderam cada prisioneiro em uma cela separada, e como sabiam que eu era amigo de Luis, nos colocaram em pavilhão separado também.

Meus vizinhos de pavilhão não falavam inglês, pois um era norueguês ( moicano) e o outro fala apenas alemão. Não nos entendíamos.

A cela era muito real, grades pesadas e fechaduras de presídio mesmo. Muito pequena. O colchão era bom, e na minha cela tinha uma pequena janela para a floresta e para os equipamentos de treinamento.

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Escolheram um prisioneiro para ajudar na cozinha, era o meu vizinho alemão, um cara super gente boa que me ajudou muito.

Ele distribuiu uma garrafa de água, talheres sem ponta, e uma comida simples.

Nessa época do ano aqui, já tá esfriando, e por isso nos deram um cobertor velho.

Depois do jantar, de uniforme laranja, cela escura (pois o pavilhão era iluminado apenas por uma pequena lâmpada), deitei e peguei meu celular, tirei todo o som dele, reduzi ao máximo a luminosidade, e comecei a escrever o que tava na minha cabeça. “Não sei o que vai acontecer, apenas estou trancado esperando alguma coisa.Não sei que horas é pra dormir ou acordar. A ansiedade me mata”

 

O banheiro dos prisioneiros é coletivo, sem portas. O dos recrutas e professores eram privativos. Odeio usar banheiro com outras pessoas.

Nas celas não tinham banheiro, por isso nos deram um pequeno objeto de plástico para mijar caso fosse necessário.

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Pela minha cabeça passava trilhões de coisas, eu estava em parafuso. Não minto para vocês, estava com medo, pois o negócio é muito real. Escrevi novamente: “isso aqui não é para brincadeiras. É para separar os homens dos meninos.”

Aí alguns de vocês perguntam, e pq não desistiu?? Simples. Quem desistisse era expulso do acampamento e tinha de voltar pra casa. Ninguém foi de carona ou de taxi para lá, só eu e Luís. Não chega e nem passa taxi lá, além de ser uma fortuna para Berlim, caso existisse. Esse foi o maior motivo. Mas lógico que também estava curioso para saber como funciona um BootCamp.

A tranquilidade de Luis me fazia bem, mas quando nos separaram, senti a pressão sozinho, e a realidade do que eu estava vendo me fazia ficar bem nervoso. Não sabia o que me esperava.

Não sei quanto tempo passei ali deitado, mas já estava quase dormindo quando entrou pelo pavilhão dos prisioneiros, um homem com o uniforme social impecável, que o apelidei de “o general”. Ele entrou acompanhado de vários recrutas. Perguntado quem era Brenno. Meu coração na boca.

Quando o general saiu, um dos recrutas colocou algemas em mim, fiquei em pé na grade. Uns 40min em pé dentro da cela. Pensei, que porra que fiz?

Depois desse tempo, me levou para o corredor com um saco de pano na cabeça, que aperta e prende no pescoço. Estava eu no corredor, algemado, saco na cabeça e com os pés algemados de um lado, e do outro. Depois descobri que as algemas nos pés era com os outros prisioneiros.

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O silêncio era demais, não enxergava nada, e ficamos alí em pé por uns 30 minutos, sem uma palavra de ninguém, já estava cansado de ficar mais de uma hora em pé, e a ansiedade me perturbava. Foi quando eu não aguentei mais aquela pressão e disse em português mesmo: “homem acabe logo com isso, faça alguma coisa..”.

Foi ai que ouvi a risada de Luis, e que ele tava ao meu lado.

Ai me acalmei novamente, conversamos um pouquinho, bem baixinho, mas os recrutas estavam atrás de nós.

Como punição pela conversa, nos levaram para mijar, com saco e tudo na cabeça. Eu pensei que eu estava mijando em alguém, mas Luis disse que não. Que pena, adoro mijar nos subs.

Do banheiro voltei para o corredor, mas o Luis não estava mais lá. Deu uns 5 minutos, e tiraram o saco da cabeça e vi que estavam todos os prisioneiros em pé como eu estava.

Me conduziram para uma cela que tinha duas jaulas dentro, uma em cima e outra em baixo. Bem baixas, e o Luis já estava dentro dela, com a mão algemada por trás da cabeça na grade da jaula.

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Fizeram a mesma coisa comigo, o recruta colocou uma algema Clejuso (bem grossa e pesada) nas minhas mãos, prendeu por trás da cabeça, mas entrei na jaula de baixo, na mesma posição de Luis. A cabeça para o lado da parede. Apagaram as luzes.

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Recrutas não tem experiência em dominação e equipamentos, eles estão ali para aprender com os professores.

Eu notei que o recruta que me colocou na jaula, colocou minha algema da mão esquerda folgada. Eu conseguia soltar a mão e descansar os braços.

Conversava sempre com Luis, e em alguns minutos eu fechava os olhos para passar o tempo.

Foi quando eu tive e PIOR decisão que eu podia ter naquele lugar, troquei meu corpo de lado, coloquei os pés para a parede.

Ai eu perguntava a Luis, se devia fazer isso, aí ele dizia que os recrutas não iam notar, bastava apertar a algema quando eles entrassem.

Assim eu fiz. Puta que pariu, que confusão do caralho. O recrutinha entrou, colocou a mão na cabeça, olhou de um lado, checou minhas algemas e saiu. Nisso eu me tremia todo, dizia pro Luis, me fudi amigo. Ele só ria de minha apreensão.

Eu estava certo, o recruta chegou com o general e mais alguns recrutas, e começaram falar em alemão. Hemicmdmric mejdjdidmdk puta que pariu, eu não entendia nada, só olhava pra eles e via o recruta apontar um lado, e depois pro outro.

Eu disse para o Luis, enquanto o recruta tentava se justificar, agora vou ser expulso. Vou morar na floresta até acabar esse evento.

O general, que falava inglês, perguntou where are keys ?? Onde estão as chaves? Estendendo a mão. Eu respondia NO KEYS. Ele perguntou novamente, ai eu respondi dizendo que eu sempre estive naquela posição. Ele olhou para o recruta, olhou pra mim, e mandou me tirar da jaula.

Coração na boca, sem saber o que vinha, mandou colocarem uma mordaça em mim, e ele mesmo me prendeu no grilhão preso na parede. Ajoelhado e sem nenhuma posição confortável.

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Passei uns 50 minutos ali, pareceram 50 horas, não tinha como mudar de posição, o braço doía muito, meus ombros doíam, e o joelho nem se fala. A mordaça tava folgada, mas não tirei nem a pau. Só sai quando expliquei a ele como soltei a algema. Pelo menos ele entendeu e mandou me soltarem.

Depois disso esse fato, os recrutas e o general começaram a pegar no meu pé. Me tiraram do castigo, e me algemaram na grade da porta, em ponta de pé. Muito cansativa a posição, menos que a outra ajoelhada, mas era péssima também. Nessa quando eu não aguentava mais, subia na própria grade para descansar os pés.

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FOTO NET (EXEMPLO)

Tudo isso na primeira noite. Já estava morto.

Um dos recrutas levou o Luís e depois ele me soltou me levando para a cela. Trancou a grade e pediu para eu colocar as mãos para colocar uma algema em mim, mas acho que fiz uma cara pra ele, que ele teve pena e não colocou. Menos mal.

Como fui o último a ir para a cela, o moicano já estava dormindo. pqp!!! o cara ronca demais, nunca vi nada igual.

Quando um recruta passou pelo corredor, o chamei e apontei para aquele homem roncando, e tapei o ouvido. Não entendi nada que ele falava, apenas a palavra hotel. Com certeza ele disse que onde eu estava não é um hotel. Lógico né 🙁

Deitei moído no primeiro dia, e para o sono chegar, peguei o celular, em baixo do cobertor e anotei as coisas para eu não esquecer.

 

PRIMEIRA MANHÃ

Logo cedo, acordamos com os recrutas batendo nas grades, aquela zoada grande, e nem me lembro do moicano roncando pois literalmente apaguei.

Como bom preguiçoso que sou para me levantar, fui o último a sair da cela,  que já estava aberta.

Quando cheguei ao corredor, os outros já estavam com a cabeça de frente para a parede, esperando por mim.

Dali, sem tomar café ou passar pelo banheiro, pelo menos no meu caso, fomos ao exercício físico fora das dependências do prédio. Todos de laranja correndo de um lado para outro, abdominal e marinheiros. Nesse aspecto físico não puderam pegar no meu pé, eu me garanto hehehe

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Voltamos do físico suados e fomos direito ao banho coletivo, e após terminar, fomos conduzidos à cela e novamente a grade foi trancada, mas um pequeno café manhã nos esperava.

Como não como muito, e por ter vacilado no início, convenci meu vizinho a comer as comidas que eu não gostava em minhas refeições, isso para evitar dar motivação para novos castigos.

Assim que acabei o café, ouvi um recruta ou oficial chegar. Parou na frente da minha grade, mandou me levantar.

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Passaram as algemas pela grade e prenderam minhas mãos, de forma que eu ficasse de pontas de pé. Notei que aquilo era só comigo, pois os outros estavam descansando em suas camas. Passei uns 20 minutos naquela posição, ouvindo o norueguês roncar.

Depois o General voltou e me levou à solitária pessoalmente, prendendo meus braços e pernas nas correntes de dentro dela, em X, fechou a porta e apagou a luz. Nenhuma janela ou entrada de claridade, deixava o lugar sinistro. Os braços doíam, os ombros nem se falam. Naquele momento, notei que não adiantava nada, eu seria castigado independente de fazer algo errado contra a disciplina militar, ainda a alemã, que não sei pra onde vai.

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De repente a porta se abriu, não sei quanto tempo passou, mas vi que todos os prisioneiros estavam presos e um estava sendo torturado na sala para esse fim, os gritos dele eram fortes e pela experiência que tenho, não estavam fazendo nada light com ele.

O recruta que me soltou e levou a cela não deixou eu assistir a tortura que estava sendo feita. Era uma mistura de curiosidade e ansiedade, pois pensei: será que haverá rodízio entre as punições? Ou será que ele tá lá porque gosta da dor?

Estava na cela, deitado e massageando o ombro, quando um novo participante chegou, era um skinhead de Mônaco, com uma bolsa cheia de equipamentos, minto, duas bolsas grandes. Todos os participantes levaram alguns equipamentos como foi solicitado pela equipe da direção do evento.

Com ele eu estava conseguindo me comunicar legal, parte em inglês e parte em que espanhol. O papo tava bem legal, experiências, e como era a vida dele lá com referência ao BDSM. Eu notei que em seu pescoço havia uma coleira bem parecida com a que eu tinha comprado na Folsom, porém um pouco mais fina e leve.

Luís levou uma bolsa com vários equipamentos e looks, eu levei duas coisas: uma das coleiras novas compradas na Folsom e que o moicano viu na casa do Luis quando nos pegou, e o meu inseparável KTB, pequeno e eficiente.

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FOTO DE UM SUB MEU USANDO KTB

Para conversar com ele, subi na minha cama beliche e falávamos pelas grades por cima das paredes que dividiam as celas. Depois de ver os equipamentos do skinhead, muito bons por sinal, resolvi mostrar o KTB e a coleira.

Os astros e deuses estavam conspirando contra minha pessoa, pois naquele momento, digo naquele exato momento em que eu estava com a coleira na mão passando para o rapaz, entrou no pavilhão um dos recrutas e me viu pendurado nas grades e com uma coleira na mão.

Pensei rápido: me fudi novamente.

Ele perguntou em alemão de quem era a coleira, o skinhead olhou para mim e traduziu. Eu disse em português mesmo, é minha.

De imediato fez sinal para eu descer do beliche, e colocar a coleira. Assim eu fiz, e ele pegou a chave. Tudo isso foi antes do almoço ainda. Nesse momento bateu um negócio ruim dentro de mim, pois na minha visão passou para o lado BDSM, pois sei que no exército não usa coleira em prisioneiros. O fato de ser submisso, e não ter como tirar aquela coleira, não me fez bem. Ainda hoje escrevendo esse parágrafo, tive uma descarga negativa de energia. Mas vamos lá.

Pensei que eu ficaria na cela apenas trancada e agora com a coleira, mas dessa vez voltou o general com uma máquina de eletro e um parachute para as bolas, que por coincidência eu tinha visto e comentado com Guto dias antes que eu queria comprar.

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Um dos recrutas, o mesmo que estava com a chave da coleira, decorei a cara dele, pegou duas algemas, tornozelo e mãos e me prendeu na minha própria cama, com as mãos e pernas esticadas nos ferros da cama.

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FOTO NET (EXEMPLO)

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FOTOS REAIS

Após isso, o general abriu o uniforme laranja, tirou minhas bolas para fora e colocou o parachute. Pegou os fios do eletro e conectou ao acessório.

O choque começou devagar e aos poucos ele ia aumentando. Era uma programação chata, dava um pulso longo e vários fortes curtos. Passei uns 20 minutos ali, mas por sorte ele não aumentou muito. Deu pra aguentar sem stress.

Enquanto isso, outras sessões estavam ocorrendo, pois eu ouvia o barulho mas não consegui ver o que ocorreu, nem mesmo com o Luis, pois não tive contato com ele.

Depois chegou um recruta e me soltou da cama e desligou o eletro. Notei logo que minhas bolas estavam roxas, tipo estivessem sido espancadas, mas ninguém bateu nelas.

Pensei que tinha acabado, nada disso, o dia tava apenas começando.

O recruta me levou para a sala de tortura, no caminho vi Luis algemado na grade principal com uma máscara de gás.

Como assim, sala de tortura? Não acaba não? Falei pro Luís e ele só sorria de mim.

Cheguei lá, fiquei em pé algemado na parede, assistindo a cena de um prisioneiro sendo eletrocutado no pau, bola e bunda. O grito era forte e aquilo mexeu comigo pois eu provavelmente seria o próximo. Eu só falava: ai meu Deus. Se fizessem comigo a intensidade que fizeram no boy, eu pedia para ir embora, nem que fosse à pé e de venda nos olhos, mas aquilo eu não aguentava de forma nenhuma. O negócio era tão forte, que tinha hora que o cara entrava em transe, saia do corpo dele, tipo algo espiritual. Foi foda assistir, bem pesado.

A cena acabou, ele desceu da cama, limpou bem o lençol de latex com produtos específicos e estava super feliz. Hehehehehe

Colocaram as algemas de couro que já estavam na cama, me esticaram nela, pernas e mãos, mas com a bunda pra cima. Tentaram abaixar o uniforme laranja, a como a abertura é pela frente não conseguiram.

O general não estava, dois recrutas começaram a bater com algumas coisas, não sei se foi: flogger, chitotes, whip, vara, bastão, palmatória… A pancada mesmo por cima do tecido doía bastante, principalmente por ser no mesmo lugar e usando as varas de madeira. Devem ter sido umas 100 chicotadas ou mais, pois tinha dois batendo ao mesmo tempo. Entrou naquela sala de tortura tem de gritar, acho que é a regra de lá.

 

Depois disso, fui levado pra cela e algemado com as mãos para trás. Cela novamente trancada. Deitei mesmo assim com as mãos para trás, pois estava morto e todo quebrado. Pensei que fosse só eu algemado dessa forma, mas olhei nas celas do pavilhão e todos estavam. Se eu me fuder, tem que se fuder todo mundo hehehehe

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Acordei de um pequeno cochilo quando um recruta abriu todas as celas e mandou nos dirigirmos ao corredor, estávamos todos lá de frente para a parede e algemados com as mãos nas costas, sem saber o que iam fazer, e eu ainda de coleira. Nesse corredor estava o general sentado em uma cadeira e com as botas em outras, de pernas esticadas, e na mão uma cerveja.

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Os recrutas colocaram no chão um prato fundo nas costas de cada um dos prisioneiros, o general disse alguma coisa e todos se viraram. Tratava-se de uma espécie de sopa fria, sebenta e com vários vegetais que odeio. Imediatamente os caras se jogaram no chão, algemados com a mão pra trás e a cara dentro do prato. Como não gostava daquela comida e nem da cena, tava muito humilhante para mim, muito real, ainda mais por estar de coleira, comi uma pequena salsicha que tinha dentro e fiquei olhando a cena, mas ainda deitado e fingindo comer. Foi bom que deu para ver detalhes, pessoas realmente com fome, outros com nojo, os recrutas rindo e o general com a cara de sádico. Para quem assistiu, a cena foi bonita.

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Quando o general falou no início, ele deve ter dito, em alemão, que quem comece menos seria punido. Só quem não falavam alemão eram: eu, Luis e o dinamarquês. Só que os dois comem muito por natureza, e eu não comi quase nada. Um dos recrutas recolheu os pratos, e mostrou a general o meu. Nesse momento, coração na boca a mil por hora, sobrou pra mim novamente. O que vão fazer, pensei.

Neste momento, o general falou alguma coisa para o recruta, que tirou minha algema, mandou eu abaixar em cima de um cadeira, abaixou minha roupa, e mandou que eu contasse até 30 em inglês. Isso na frente de todos os outros prisioneiros, levei 30 chicotadas na bunda e sem a proteção do tecido. Doía demais, queimava a pele e por dentro parecia que tinham injetado ácido. Achei bem pesado, a dor e a humilhação de ter de comer como cachorro. O efeito psicológico de uma coleira é muito forte para quem não curte usar.

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FOTO NET (EXEMPLO)

A cena realmente foi bonita para quem estava assistindo ou para aqueles que estavam curtindo, mas para mim foi muito pesada. O pior é que eu olhava o Luiz e ele estava em gargalhadas, rindo da cena toda e de mim. Fomos trancados novamente nas celas mas sem as algemas, e um almoço melhor foi servido.

Descobri que naquela prisão, o melhor lugar é tá na cela, e ela bem trancada. Quando tou fora dela ou é para sofrer ou ser humilhado. Escrevi: “Quero passar o resto do tempo esquecido aqui, para mim já é o suficiente. ”

Tava tentando descansar mas a bunda ardia, os punhos estavam bem marcados de tanto usar algemas e toda hora entravam na minha cela para simplesmente me olhar. Vi que a minha era uma das únicas que estavam sempre trancadas, ou outros iam ao banheiro, visitavam uma a cela do outro, até faziam sexo dentro de uma das celas, e eu sempre dentro da minha. Tenho certeza que foi o general que mandou ser assim comigo.

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Naquele momento de aparente pausa, de descanso, escrevi no celular: “meu sentimento é que foi bom conhecer esse lugar, mas quero que acabe logo pois estão pegando no meu pé.”

Quase não deu tempo de escrever essas palavras acima, que entrou novamente um recruta e abriu minha bolsa, e mandou que eu usasse um short e uma camiseta que eu tinha levado. Assim fiz, tirei o uniforme laranja e coloquei meu short e camiseta, além de meu tênis. Vinha alguma coisa aí.

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FOTO PARECIDA COM A ROUPA QUE EU ESTAVA

Eu não sabia o que nos esperava, mas com certeza, foi mais linda cena do camp.

Meu descanso acabou antes dos outros. Fui colocado em pé, já de look esportivo, algemado no corredor para esperar os outros se arrumarem.

De repente, ainda no corredor, aparece o general puxando pela guia de couro, dois dogs de máscaras e look legal. Era o Luis e o Moicano, os dois são bem altos e sabem incorporar bem caninos. Assistir aquilo me deu vontade de tá no lugar do general, com dois cães de guarda para se defender dos prisioneiros.

Após todos prontos, um recruta pegou uma corrente longa e prendeu as algemas de todos os prisioneiros, em mim ainda passou pela coleira. Formou aquela fila, à frente, os dogs e o general, depois os recrutas, e por último a fila dos prisioneiros acorrentados sendo puxados por um dos recrutas.

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Saímos do acampamento em fila, muita vergonha eu passei, pois há ao lado outro prédio idêntico onde estava ocorrendo um camp de paint ball e passamos bem na frente dele. Dali passamos pelo portão de entrada e adentramos na floresta. Ela é muito fechada e fria, com muitos pinheiros. Entre os matos íamos tropeçando o tempo todo e levei alguns arranhões nos galhos.

Dentro da floresta, paramos para algumas fotos. Depois disso, fui retirado da fila e me algemaram abraçando uma árvore. Tive muito medo de me deixarem ali, mesmo sabendo que não seria a noite toda, mas o frio era grande e eu estava de camiseta.

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FOTO NET (EXEMPLO)

Um dos recrutas, levantou minha camisa, abaixou o short, aí o general pediu sua bolsa, dentro havia vários tipos de chicotes.

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FOTO NET (EXEMPLO)

Começou ele e um recruta, o da minha chave da coleira, a baterem. Perdi as contas de quantas foram, mas no mínimo umas 150 chicotadas. Em diversos lugares, eu me girava eles giravam, não tinha como evitar. Meus gritos devem ter sido ouvidos a centenas de metros dali, pois o silêncio era enorme naquela floresta.

Tem uma hora que a pessoa que tá espancada não aguenta mais, nem tentar mais se defender, sem forças, sem reação. Acho que cheguei nesse momento. Ai eles pararam.

Quando fui retirado da árvore, eu estava mole, tonto, e bem fraquejado. E um outro foi colocado no meu lugar para receber Spank. Nem consegui me lembrar quem foi.

Nesse momento começou a chover forte, muito forte, e pela roupa esporte que eu estava, comecei a sentir muito frio.

Não me dou bem com água gelada, e aquelas gotas batendo na minha pele quente do spank, comecei a tremer todo. Batia o queixo de tanto frio que eu estava. Falei ao general, e ele disse problema não era dele, e sim meu.

Alguns prisioneiros e alguns recrutas, sabendo de técnicas de sobrevivência, me circularam e me abraçaram. Melhorou muito o frio, pois o vento não batia em mim e a chuva também não. Além do calor corporal deles. Ajudou bastante.

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E depois de uns 20 min retornamos a prisão. Fui logo tomar banho quente e o recruta tirou a coleira. Escondi logo ela para não colocarem novamente. Posso garantir que foi um alívio.

Um dos prisioneiro trouxe chicotes pra cá, eu quando vi que eram dois iguais, meus olhos cresceram.

Pedi emprestado e comecei a manusear.

Quem já me viu utilizando os chicotes, sabe que é uma forma original e bem bonita, chama realmente a atenção.

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EU EM SESSÃO, SPANK NO SUB – 2 CHICOTES

O dono do chicote foi o primeiro a se virar para receber. Brinquei um pouco com ele e logo um outro apareceu. Meti chicotada pra cima dele também. Me senti novamente dominador e aquele momento foi muito legal pra mim.

alguns recrutas ficaram assistindo eu trabalhar com os chicotes, pois fez muita zoada, e ao final disserem que eu era perigoso com eles Hehehehe. Se não me prenderem domino geral hehehehehe

Toda prisão é igual, aqui ou na Alemanha. Fiz amizade com um prisioneiro que trabalha lá cozinha e esse trouxe meu vício, coca cola hehehehehe deixei bem escondido. Não era a original, mas serviu para matar a saudade.

As coisas nesse camp não tinham pausa, não tinha descanso, pelo menos para mim.

Após isso, fui chamado para ser suspenso por um recruta.

Antes de me suspender, ele suspendeu um outro, o cara que aguenta muita lapada.

Para minha surpresa ele não aguentou muito tempo, mas o período que ficou suspenso foi bem intenso. Apanhou muito. Mas a pressão de ficar de cabeça para baixo é foda.

Para suspender eles usaram um equipamento da Mr.S Leather de São Francisco, bem confortável para os pés.

Na minha vez, eles mandaram eu tirar meu tênis e colocar meu coturno, assim fiz.

Um talha de correntes foi usada para suspender meu corpo que foi preso pelos pés em uma barra de ferro.

Levei vantagem em relação ao prisioneiros anterior porque sou acostumado a fazer abdominais de cabeça para baixo. Minha resistência é grande a isso.

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Enquanto o outro tava com medo de ficar de cabeça para baixo, e teve que ser ser seguro enquanto era suspenso, eu fui fazendo abdominal:)

Quando estava sem contato com o chão, perguntaram se tava tudo ok, eu disse que sim.

Aí ele começaram o Spank, principalmente na bunda. Mas minha bunda já estava bastante ferida, inclusive tendo sangrado, dos Spanks anteriores.

O skinhead estava lá e pedi pra ele traduzir um pacto que eu queria fazer. Poupar de baterem na bunda mas as costas e peito e abdômen estava liberado.

Assim ele disse, pararam de bater na bunda e disseram que se eu quisesse parar usasse a parava STOP.

Como sou magro, e não apanho, minha bunda é fraca, mas as costas e peito eu tenho bem fortes, já que malho muito hehehehehe

Já tava arretado com tudo aquilo, apanhei mais que em toda minha vida. e disse.

Começaram a bater, dois recrutas ao mesmo tempo. Sempre assim comigo, eles tinham tara em me lascar.

Poupando a bunda e lascando as costas e abdômen. Usaram vários tipos de chicotes, flogger entre outras coisas.

Puta que pariu, minhas costas e peito já estavam ardendo e todo marcado.

E tome Spank e eu não dizia stop, não sei a razão, mas eu virei um guerreiro ali, já tava todo lascado e o sentimento de já tá fudido, que eu ia tirar onda deles.

Não sei bem, mas naquele momento foi o que fiz. Hoje me arrependo, mas estava aguentando firme.

Eles a cada sequência paravam e perguntava se tava tudo ok. Tava doendo muito, mas eu ria e dizia que tava tudo ok.

Eles endoidavam, suavam e eu não abria. Foram muitas sequências, com o mais variado chicote. Tinha um que doía a alma, mas eu gritava na hora e depois, com cara de sínico, ria.

Acho que fiz isso também para desmoralizar esses recrutas, não falava a palavra STOP.

A cada chicotada mais forte, os outros recrutas e alguns prisioneiros suspiravam.

A zoada e a quantidade de pessoas estava chamando atenção. Até chegou o general na sala.

Ele falou alguma coisa com os recrutas e eles devem ter falado do trato.

Vendo que eu podia falar a qualquer momento para parar, e a minha condição física todo marcado e a cabeça devia tá bem vermelha devido ao sangue de tá suspenso, ele sussurrou para um deles é mandou ele bater na bunda.

Ai não aguentei, falei rapidamente a palavra stop. E ele mandou encerrar imediatamente, pois eu estava muito marcado. Ele queria que eu me humilhasse e pedisse para parar.

Agora, passado alguns dias, vejo que ele me poupou, pois notou que eu estava tipo um suicida pendurado, que ia ficar lá até cair as costas e abdômen. Sem receio das consequências. Sou até grato ao general pela sensatez.

Depois em conversa com Luis, ele rindo confessou que fazia as coisas erradas e dizia que tinha participação minha, “filo da gaita”. Por isso que do nada eu me lascava. Vou fuder ele um dia hehehehehe.

De volta a cela, eu estava sem posição para ficar, sentado doía, deitado idem. O simples tecido da roupa batendo pele incomodava muito.

Escrevi: “Jantei e estou trancado na cela enquanto os outros tão com as celas abertas. Foda viu.”

Continuei:” Parece que passou um trem carregado de boi em cima da mim. Estou morto agora à noite.”

Pedi pra ir ao banheiro (só pra sair da cela) para ver o Luis sendo treinado em dogplay pelo corredor da prisão, com o general se divertindo com sua cerveja na mão e Luis algemado agachado correndo atrás dos brinquedinhos. Tava bem divertido.

Luis passando pela porta do pavilhão.

Mas depois de alguns minutos me mandaram pra cela, nada mal, queria dormir. O problema é a zoada das grades, correntes e gritos que incomodavam muito.

Olhem o som daquela prisão.Tem como dormir tranquilo?

Escrevi: “Tem uns prisioneiros aqui muito safos, que conseguiram abrir as grades das celas deles, e tão marcando para fugir. Estou fora. Perturbo mais nada.”

Tenho certeza que se eu participar só vai sobrar pra mim a punição como as outras vezes, desta forma, pedi para o carcereiro trancar com duas voltas minha fechadura para eles não abrirem. Luis tá nesse grupo e fica inventando coisa.

“Cansei disso aqui, stop please, vou tentar dormir. Quero ir pra casa. Amanhã acaba.”

Tava tentando dormir, mas o General quer me lascar, passou 3 vezes aqui na frente da minha grade. Quando escuto a bota dele fecho os olhos e ronco um pouco. Me deixa filho da peste. Hehehehe

Luiz acha que ele se apaixonou por mim, mas pode ser também pela primeira noite que tentei enganar ele. Me erra boy kkkkkkkkkk

Escrevendo: “Se você não curte ficar preso, ser humilhado e torturado, definitivamente esse não é o nosso lugar. A não ser como professor oficial, ou pelo menos como recruta. Como prisioneiro é bronca. A distância do local deixa tudo muito real. ”

As vezes eu notava que em algumas amarrações, e em sendo experiente, dava para eu fugir, mas pensando melhor, eles fazem isso para poder punir o prisioneiro. Uma dúvida que fiquei.

“Pqp, passou de novo minha cela. Vai brincar com Luis danado. hehehehhehee”

“Ideias a mil para organizar um evento assim. Problemas: local, público que queira o bdsm e não apenas sexo e equipe para ajudar. Mas meu cargo eu já sei. General Supremo, Mestre de toda a galáxia. Hehehehehe”

E Luiz vai ser o prisioneiro de todos os prisioneiros, para eles descontarem a raiva nele hehehhr
Aprontou demais comigo aqui hehehehehe

ÚLTIMO DIA

Ultimo dia, domingo, acordei como se tivesse jogado 3 partidas de futebol, corpo todo dolorido, febre e moleza, acho que é reflexo das pancadas pelo corpo.

A noite eu acordei várias vezes, pois quando me virava a dor me acordava. Além de ter tido muito pesadelo a noite.

Fim de BootCamp, mas a definição melhor era a do nome anterior, prisonCamp. Pois a temática de lá é treinar recrutas para cuidarem de prisioneiros, ou para satisfazer seus próprios fetiches.

Notei que é uma grande oportunidade para todos, aprenderem e fazerem amizade.
Recrutas com os mestres, mestres com mestres, e assim por diante.

Após o café, todos arrumaram as celas para os próximos prisioneiros, passamos vassoura e pano molhado. Menos o Luis que estava novamente algemado na grade do corredor. Deve ter aprontado alguma coisa.

 

PARA O PRÓXIMO PRISIONEIRO

 

Alguns devem tá se perguntando como era o general, posso dizer: rígido e dono daquele lugar, conhece bem a arte da dominação.

Achei algumas fotos dele. Sempre com um look impecável. Impressionante. Esse é o general.

Vocês devem ter ficado curioso para ver o general.

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Voltei de carona para Berlim, e a volta foi bem mais tranquila, sem medo e ansiedade.

Posso resumir o meu fim de semana em algumas palavras:
1. Foi interessante no sentido do conhecimento e ideias que tive.
2. Intenso demais para mim, pois apanhei muito.
3. Em nenhum momento fiquei de pau duro, não nasci para dor e humilhação.
4. Vi também que sou muito forte fisicamente mas psicologicamente preciso melhorar.
5. Boas amizades feitas.
6. O BDSM nacional é uma criança ainda na barriga em relação ao praticado na Alemanha.
7. A autoestima deu uma levantada quando comparei minha técnica e a de Luís com a maioria dos praticantes, estamos bem amigos.

Grande abraço e esperem novidades BootCamp Brasil. Ou melhor, BDSMCamp Brasil.

Brenno Furrier

 

BootCAMP PRISON CAMP BDSMCAMP BRASIL

 

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